Mostrando postagens com marcador MON. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MON. Mostrar todas as postagens

setembro 25, 2008

Jum Nakao em Curitiba

O ciclo de palestras que a Docol vem promovendo estará desta vez em Curitiba, com a palestra "Moda & Arquitetura, um Plano de Viagem ao Processo Criativo", ministrada pelo estilista Jum Nakao. O evento, que já passou por Recife no mês de agosto, será hoje às 19:30h, no espaço Batel I. Mais informações, clique na imagem abaixo.
Fã do trabalho de Nakao, a metroquadrado, que em 2007 esteve prestigiando sua exposição "Revolver" no Museu Oscar Niemeyer (veja post A Costura do Invisível 2) retornará novamente à capital paranaense para ouvir de perto o mestre.
O nome de Nakao ficou ainda mais conhecido quando em junho de 2004, durante a São Paulo Fashion Week, o estilista brasileiro desfilou, diante de uma platéria de mil e duzentas pessoas, uma coleção inteira feita unicamente de papel (veja post A Costura do Invisível). Ao final do desfile as frágeis roupas foram destruídas pelas próprias modelos em plena passarela.
Todo o trabalho daquele ano está registrado em um livro e um DVD chamados "A costura do Invisível". É possivel encontra-los na internet.
"Precisamos desnudar a nossa alma para revelar a capacidade de sermos leves, sonhar com indizíveis, impossíveis, inexplicáveis, indefiníveis. Há um possível ainda invisível no real".

agosto 15, 2008

A Costura do Invisível 2


Dando sequência ao post anterior, vale registrar aqui a exposição "Revolver" que esteve no Museu Oscar Niemeyer [MON], em Curitiba, de maio a agosto do ano passado. A metroquadrado esteve em peso prestiginando a instalação (fotos em anexo), na qual "...três esquilos da mongólia sintetizaram questionamentos sobre conceitos de arte...", como diz o release. Os pequenos animais reproduziram o feito do SPFW de 2004.


Abaixo trechos do release que pode ser lido integralmente no site do museu. Fotos dos esquilos são Alexandre Perroca; demais fotos by metroquadrado.


[ Abrigados em uma grande maquete do Olho, de 4m por 1,70m, estão três esquilos da mongólia, a destruir os bonecos de papel machê e seus cinco delicados vestidos de papel vegetal, em tamanho miniaturizado de 30 cm. Nesse ambiente, a maquete do Olho repete-se outras duas vezes, uma dentro da outra.

O olhar do espectador caminha entre o real, que acontece dentro da maquete, e o virtual, que está no entorno. Esse olhar e o que acontece dentro da maquete são registrados por câmeras embutidas. Editadas e manipuladas, as imagens são projetadas, sem ordem de tempo e espaço, em uma parede expositiva, de 6m de altura por 28m de comprimento, colocada à frente da maquete. Como resultado, são obtidas imagens hiper-realistas, granuladas, disformes e imperfeitas. Um halo de luz colorida atrás da parede chama a atenção para uma espécie de “fast-food” da arte. Todos os “produtos”, identificados com a logomarca da mostra, custam R$ 199,00 e podem ser adquiridos.

Ao lado da maquete, uma grande vitrine exibe, em tamanho real, a reprodução dos cinco modelos de papel. No vidro, dezenas de palavras, aparentemente aleatórias em forma de poesia concreta, indicam sentidos de conceitos trabalhados. Todo ambiente é envolvido por um ruído, criado em computador, e por uma iluminação que valoriza as linhas de Niemeyer.] mais...